
Boa noite... (pelo menos para mim neste momento)
Após algumas conversas com colegas, notei que não teria como fugir de ser eu, a pessoa para começar com esse movimento de discussões no blog. Estarei fazendo-o para encorajá-los a se expressarem aqui no QS. Sintam-se TOTALMENTE à vontade para comentar post's e criá-los também. Façam ativos seus ideais.
O modelo para avaliar alunos.
Hoje foi contestada a forma atual de avaliar alunos nas escolas.
Confesso nunca ter analisado tal tema por mais que cinco minutos, e agora me deparo com um fato que vivenciei por mais de dez anos... Fiz algumas pesquisas antes de começar este post, e vejo que a Internet é rasa, quanto a este assunto. Mas um site me reportou a outro fato que vivenciei e muitos já presenciaram também. A necessidade de aprovar a maior quantidade possível de alunos. Não sei o que ganham as escolas, mas sei que isto existe e acaba influenciando no planejamento do professor. Voltando ao tema, agora pensando como futuro lecionador, vejo quantas coisas poderiam ser diferentes, realçando o fato de que as "malandragens" ainda estão frescas na memória, obter a nota necessária em uma determinada prova, não é algo difícil, pelo contrário, com alguns diagramas sem nexo aparentemente tudo se resolve. Resolve? Depende o objetivo, confesso que me prejudiquei em algumas matérias simplesmente por ter uma forma de resolver sem aprender. Não me eximo da culpa, mas lembro bem também que conforme o professor até genética parecia interessante.
Lembro-me que na segunda aula uma colega (desculpas não lembrar seu nome), comentou sobre onde deveria ser corrigido o aluno. Ela defendia que tem que ser lá, nas primeiras séries, quando se forma o ser. Até ouvir tal ponto, confesso, tinha ponto de vista diferente, pois pensava que quando adolescente que se formava o caráter e o PENSAR - quero entrar nesta área agora para poder mostrar no futuro o meu ponto de vista - posso garantir a vocês, que um aluno que é capaz de gerar um raciocínio lógico leve, é uma raridade a ponto de ser tratado como jóia em algumas escolas.
Analisando tudo isso, gostaria de saber na opinião dos colegas, quem é o responsável por gerar o interesse de pensar - pensamento lógico - no aluno? Algo que demonstra isto é o ENEM, que em sua maioria possui questões de raciocínio lógico, pouca matéria de aula, apenas exige que o aluno pense, e mesmo assim é um desastre na maioria do Brasil.
E ainda, a culpa é do professor, do aluno, do sistema, de quem?
Ficam algumas questões que gostaria que respondessem.
Após algumas conversas com colegas, notei que não teria como fugir de ser eu, a pessoa para começar com esse movimento de discussões no blog. Estarei fazendo-o para encorajá-los a se expressarem aqui no QS. Sintam-se TOTALMENTE à vontade para comentar post's e criá-los também. Façam ativos seus ideais.
O modelo para avaliar alunos.
Hoje foi contestada a forma atual de avaliar alunos nas escolas.
Confesso nunca ter analisado tal tema por mais que cinco minutos, e agora me deparo com um fato que vivenciei por mais de dez anos... Fiz algumas pesquisas antes de começar este post, e vejo que a Internet é rasa, quanto a este assunto. Mas um site me reportou a outro fato que vivenciei e muitos já presenciaram também. A necessidade de aprovar a maior quantidade possível de alunos. Não sei o que ganham as escolas, mas sei que isto existe e acaba influenciando no planejamento do professor. Voltando ao tema, agora pensando como futuro lecionador, vejo quantas coisas poderiam ser diferentes, realçando o fato de que as "malandragens" ainda estão frescas na memória, obter a nota necessária em uma determinada prova, não é algo difícil, pelo contrário, com alguns diagramas sem nexo aparentemente tudo se resolve. Resolve? Depende o objetivo, confesso que me prejudiquei em algumas matérias simplesmente por ter uma forma de resolver sem aprender. Não me eximo da culpa, mas lembro bem também que conforme o professor até genética parecia interessante.
Lembro-me que na segunda aula uma colega (desculpas não lembrar seu nome), comentou sobre onde deveria ser corrigido o aluno. Ela defendia que tem que ser lá, nas primeiras séries, quando se forma o ser. Até ouvir tal ponto, confesso, tinha ponto de vista diferente, pois pensava que quando adolescente que se formava o caráter e o PENSAR - quero entrar nesta área agora para poder mostrar no futuro o meu ponto de vista - posso garantir a vocês, que um aluno que é capaz de gerar um raciocínio lógico leve, é uma raridade a ponto de ser tratado como jóia em algumas escolas.
Analisando tudo isso, gostaria de saber na opinião dos colegas, quem é o responsável por gerar o interesse de pensar - pensamento lógico - no aluno? Algo que demonstra isto é o ENEM, que em sua maioria possui questões de raciocínio lógico, pouca matéria de aula, apenas exige que o aluno pense, e mesmo assim é um desastre na maioria do Brasil.
E ainda, a culpa é do professor, do aluno, do sistema, de quem?
Ficam algumas questões que gostaria que respondessem.
- O método atual é ruim?
Existe um melhor?Qual? - É possível colocá-lo em prática?
- Tendo em vista que as chances de ter um aluno que não tenha "facilidade" para raciocinar questões sociológicas básicas, são imensas - e maioria - . Como proceder se ele não aprendeu isto no passado escolar dele?
P.S.
Apenas postei ideias e testemunho do que vi. Sinta-se livre para comentar, analizar, discordar, concordar, reclamar e tudo mais que vier à cabeça. Vou guardar minha visão aprofundada sobre o tema, para um breve futuro para dar espaço à vocês.
Abraço a todos!
Colega Patrick.
ResponderExcluirNosso debate em sala de aula, na realidade trata-se de um assunto que permeia a sociedade formadora no Brasil. Sabemos que a função do educador é ensinar a pensar, raciocinar, desenvolver senso crítico entre outros valores, bem como gerar o interesse de pensar e existir. Acontece que a metodologia de educação utilizado, ou linha pedagógica como se diz, é que define a forma de avaliação, e isto varia de instituição para instituição, de profissional para profissional. Esta variação existe em função das diversas linhas pedagógicas existentes, quais sejam, a tradicional, a construtivista, Montessori, Waldorf, etc. Penso que, necessitamos entender as várias vertentes pedagógicas para que não sejamos meros professores e sim educadores responsáveis e atuantes que discutem e se posicionam frente às tentativas de tornar salas de aula em laboratórios.
Grande abraço.
Entre toda a complexibilidade, e sem ser radical, lamento mas meu pensamento é que educador ensine o que lhe cabe, ou seja, o que foi preparado para ensinar e assuntos paralelos cabe ao aluno ir ao encontro.
ResponderExcluirDesculpe "mestredj" mas lamento o seu pensamento "pequeno", pois estamos falando de seres em formação e não formados, se você não buscar conhecimento fora dos proposto pela faculdade, o problema é seu, pois escolheu isto de forma ciente, mas um ser em formação ainda está sucetível à escolhas sem real noção do resultado. Mas como diz a professra: "A verdade não é única!"
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